Lindbergh critica votação da reforma trabalhista em momento de crise política

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O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) considera inaceitável o Senado votar nesta terça-feira (11) a reforma trabalhista, enquanto a Câmara decide se autoriza o prosseguimento da denúncia do Ministério Público contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva.

Na avaliação de Lindbergh, os deputados vão permitir a continuidade das investigações. Argumentou que os parlamentares não serão favoráveis a Temer por receio da resposta do eleitor em 2018. Para ele, quem ficar ao lado do presidente não se elegerá.

Por isso, disse o senador,  “é um absurdo” o Senado abrir mão de alterar o projeto da reforma trabalhista com o argumento de que haverá vetos presidenciais. Segundo Lindbergh, não há qualquer garantia de que Michel Temer esteja no Palácio do Planalto até o final das próximas duas semanas.

Além disso, avisou que o Partido dos Trabalhadores não vai aceitar a substituição de Temer pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, como querem alguns setores da economia.

– Nós não aceitamos nenhum movimento ‘Fora Temer, ponto’. Para gente é ‘Fora Temer e eleições diretas’, porque colocar Rodrigo Maia não resolve nada. Não vai ter força. Não está escorado em uma legitimidade popular. Nós precisaríamos de um presidente com essa força vinda do voto do povo – afirmou o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/noticias/materias/2017/07/10/lindbergh-critica-votacao-da-reforma-trabalhista-em-momento-de-crise-politica
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